Em alusão ao Abril Azul, mês de conscientização sobre o autismo, a Prefeitura de Apucarana realizará na próxima sexta-feira (17/04) o Café Terapêutico “Mães em Foco”. O encontro acontecerá às 9 horas, na sede da Secretaria Municipal da Mulher e Assuntos da Família (SEMAF), localizada na Rua Talita Bresolin, 520, e é voltado ao acolhimento e orientação de mães atípicas.
A iniciativa é promovida pela SEMAF, em parceria com o Conselho Municipal dos Direitos da Mulher e a Autarquia Municipal de Educação. O objetivo é oferecer um espaço de escuta, troca de experiências e fortalecimento emocional para mulheres que vivenciam os desafios do cuidado com filhos, especialmente aqueles diagnosticados com Transtorno do Espectro Autista (TEA).
De acordo com a secretária da SEMAF e primeira-dama de Apucarana, Karine Mota, a proposta é criar uma rede de apoio entre as participantes. “O nosso objetivo é oferecer uma rede de apoio emocional a essas mulheres, mostrando que elas não estão sozinhas e fortalecendo-as para a jornada do cuidado”, afirmou.
As inscrições são gratuitas e as vagas, limitadas. Para melhor organização, a SEMAF solicita que as interessadas confirmem a participação por meio do link: https://forms.gle/AHrgDnKEKTWn1Zgn8.
Durante o encontro, também será realizada a entrega de certificados às mães dos estudantes participantes do projeto “Meu Pequeno Artista”. A iniciativa reúne uma exposição de obras produzidas por crianças autistas matriculadas nos Centros Municipais de Educação Infantil (CMEIs) de Apucarana. A mostra está aberta ao público até esta quarta-feira (15/04), no hall de entrada do Cine Teatro Fênix.
O Transtorno do Espectro Autista é um distúrbio neurológico que se manifesta, geralmente, nos primeiros anos de vida, podendo causar dificuldades na comunicação e na interação social, além de padrões repetitivos de comportamento. Entre os sinais mais comuns estão o atraso na fala, a dificuldade em manter contato visual, a ausência de resposta ao ser chamado pelo nome, a sensibilidade a sons e a dificuldade de interação com outras crianças.
Embora seja uma condição permanente, o diagnóstico precoce e o acompanhamento adequado contribuem significativamente para o desenvolvimento e a qualidade de vida das pessoas com TEA.






