Apucarana repassa R$ 800 mil para o Centro de Radiologia do Providência

Doação dos recursos foi autorizada hoje pela Câmara Municipal, em sessão realizada à tarde

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Com autorização legislativa aprovada nesta quarta-feira (25), a Prefeitura de Apucarana poderá repassar nos próximos dias ao Hospital da Providência, uma doação de R$ 800 mil. O prefeito Junior da Femac agradeceu aos vereadores pela aprovação do projeto de lei encaminhado à Câmara Municipal.

Segundo Junior, os recursos que serão repassados à instituição irão custear a compra de um moderno tomógrafo, que é essencial para o bom funcionamento do Centro de Radiologia do Providência. O dinheiro também será utilizado para compra de medicamentos e mais equipamentos, visando colocar em funcionamento a radiologia nas próximas semanas.

“A conquista deste centro de radiologia de última geração para Apucarana, com equipamentos importados dos Estados Unidos, estava inserido dentro do plano de governo da gestão Beto Preto”, assinalou o prefeito Junior da Femac, acrescentando que agora com o um novo tomógrafo o atendimento poderá ser iniciado nas próximas semanas.

Conforme lembra o prefeito, a radiologia do Providência irá atender Apucarana e todos os municípios do Vale do Ivaí. “Ninguém mais vai precisar enfrentar a longa fila de espera do Hospital do Câncer de Londrina, retardando o atendimento dos pacientes da nossa região”, frisou.

A confirmação do repasse de recursos foi recebida ontem com muita satisfação pela diretora geral do Hospital da Providência, Irmã Geovana Ramos. “Era o fôlego que faltava para podermos acionar o mais breve possível o nosso centro de radiologia, e isso não seria possível sem o importante apoio do Município, que sempre tivemos desde de 2013, no início da gestão do ex-prefeito Beto Preto e agora com o atual prefeito Junior da Femac”, comentou a Irmã Geovana.

O diretor administrativo do Providência, Guilherme Borges, explicou ontem que, antes de serem feitos os cálculos da incidência dos raios é indispensável a imagem nítida do tumor e o local afetado. “Portanto, um tomógrafo era necessário, para permitir o estudo preliminar com um equipamento novo e de qualidade, que já estamos em processo de orçamento”, comentou Borges, acrescentando que o equipamento que o hospital dispõe hoje não era adequado para atender a nova demanda.

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