Depois do recesso de final de ano, o Restaurante Popular retoma as atividades nesta segunda-feira (05/01), garantindo refeições acessíveis e de qualidade para quem mais precisa. A reabertura marca a continuidade de um serviço essencial para centenas de pessoas, integrando as ações de segurança alimentar colocadas em prática pela Prefeitura.

O Restaurante Popular funciona na Avenida Corifeu de Azevedo Marques, nº 65, entre a Prefeitura e a Praça do Redondo. O atendimento ocorre de segunda a sexta-feira, a partir das 11 horas, até o limite de 300 refeições por dia. O primeiro cardápio de 2026 teve arroz, feijão, picadinho bovino ao molho, macarrão alho óleo, salada variada e fruta.

O prefeito Rodolfo Mota frisa que o Restaurante Popular recomeça reafirmando o compromisso da gestão com a segurança alimentar. “Ao longo do ano passado, foram servidas mais de 73 mil refeições, oferecendo à população refeições balanceadas e nutritivas por apenas R$ 2”, lembrou.

O Restaurante Popular é terceirizado e administrado pela Secretaria Municipal de Assistência Social, sendo que todo o funcionamento é acompanhado pelo Conselho Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional. “O serviço atende principalmente idosos, trabalhadores, estudantes e pessoas que buscam atendimento de saúde na cidade”, explicou a secretária municipal da Assistência Social, Fabíola Carrero.

A secretária afirma ainda que o Restaurante Popular integra uma rede de proteção social que acolhe especialmente pessoas em situação de vulnerabilidade. “O serviço representa dignidade e cuidado, com cardápios equilibrados, preparados para oferecer variedade nutricional ao longo da semana”, completou.

RETOMADA DA ROTINA – A garantia de ter um local para almoçar faz parte da rotina dos usuários do serviço. Maurílio Aparecido Dearo e Carlos César Fonseca, ambos aposentados, contam que frequentam a unidade todos os dias, de segunda a sexta-feira, e sentiram falta do serviço durante o recesso.

A mesma expectativa marcou os dias de Ciele Aparecida Duarte Rui, pensionista de 62 anos, moradora do Parque Bela Vista.  “Eu moro sozinha — só eu e Deus — e é complicado cozinhar para uma pessoa só”, disse, destacando ainda o valor acessível das refeições “Aqui é R$ 2. Num restaurante você paga R$ 30 por um prato parecido e, com esse valor, dá para comer quase o mês inteiro aqui”, frisou.

 

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