{"id":925,"date":"2013-07-03T13:09:59","date_gmt":"2013-07-03T13:09:59","guid":{"rendered":"http:\/\/172.16.0.7\/site-antigo\/?p=925"},"modified":"2024-10-08T09:06:16","modified_gmt":"2024-10-08T12:06:16","slug":"cine-fenix-recebe-orquestra-sinfonica-do-parana","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.apucarana.pr.gov.br\/site\/cine-fenix-recebe-orquestra-sinfonica-do-parana\/","title":{"rendered":"Cine F\u00eanix recebe Orquestra Sinf&#244;nica do Paran\u00e1"},"content":{"rendered":"<p>A Prefeitura de Apucarana, atrav\u00e9s da Funda\u00e7\u00e3o Cultural e Turismo, Teatro Gua\u00edra, por interm\u00e9dio da Secretaria de Estado da Cultural, e 33\u00ba Festival de M\u00fasica de Londrina, trazem para Apucarana a Orquestra Sinf&ocirc;nica do Estado do Paran\u00e1 (OSP). O concerto ser\u00e1 \u00e0s 20 horas deste dia 12 de julho, no Cine Teatro F\u00eanix. &ldquo;Os ingressos, gratuitos, j\u00e1 est\u00e3o dispon\u00edveis para retirada no local&rdquo;, informa Edinei Mansano, diretor-presidente da Funda\u00e7\u00e3o. O roteiro da OSP pelo Norte do Paran\u00e1 dentro da temporada 2013 tamb\u00e9m contempla apresenta\u00e7\u00f5es em outras cidades. &ldquo;Nossa equipe vem trabalhando muito para fomentar plateias atrav\u00e9s da promo\u00e7\u00e3o de espet\u00e1culos de alto n\u00edvel. Apucarana fica lisonjeada com a visita da OSP e certamente, como sempre, o concerto ser\u00e1 recorde de p\u00fablico e cr\u00edtica&rdquo;, comenta o prefeito Beto Preto (PT).  <\/p>\n<p>Na programa\u00e7\u00e3o, sob a reg\u00eancia do maestro titular, Osvaldo Ferreira, v\u00e3o estar obras de Edmundo Villani C&ocirc;rtes &#8211; Cinco miniaturas Brasileiras, Beethoven &ndash; Concerto n\u00ba 4 para piano e Orquestra Beethoven, e Sinfonia n\u00ba4 Piano Solo de Marco Ant&ocirc;nio Almeida. A dura\u00e7\u00e3o estimada da apresenta\u00e7\u00e3o \u00e9 de 90 minutos. &ldquo;A presen\u00e7a do m\u00e9dico e pianista Marco Ant&ocirc;nio \u00e9 um momento hist\u00f3rico. H\u00e1 muito anos ele d\u00e1 aulas na Alemanha e \u00e9 considerado um dos melhores pianistas do mundo, al\u00e9m de ser o diretor art\u00edstico do festival em Londrina&rdquo;, destaca Orisvaldo C\u00e9sar, diretor Art\u00edstico e de Projetos da Funda\u00e7\u00e3o. Ele frisa que mais detalhes sobre o repert\u00f3rio do concerto e sobre os autores podem ser obtidos no portal <a href=\"http:\/\/www.apucarana.pr.gov.br\">www.apucarana.pr.gov.br<\/a> ou diretamente na Funda\u00e7\u00e3o Cultural, pelo 3423-2944.<\/p>\n<p><b>A orquestra<\/b> &#8211; Desde 28 de maio de 1985, a OSP vem apresentando uma hist\u00f3ria de talento e dedica\u00e7\u00e3o \u00e0 m\u00fasica. Teve Alceo Bocchino e Osvaldo Colarusso como primeiros maestros titular e assistente, respectivamente. Iniciou seus trabalhos com 61 m\u00fasicos selecionados atrav\u00e9s de concurso nacional.<\/p>\n<p>Hoje contabiliza mais de 500 apresenta\u00e7\u00f5es dentro e fora do Estado. Teve \u00e0 sua frente grandes maestros brasileiros e solistas de renome. Realizou v\u00e1rias \u00f3peras e acompanhou o Bal\u00e9 Teatro Gua\u00edra em v\u00e1rias produ\u00e7\u00f5es. Atualmente, o Diretor Art\u00edstico e Maestro Titular \u00e9 Osvaldo Ferreira, que deu in\u00edcio a uma nova fase que prev\u00ea a constru\u00e7\u00e3o de uma nova identidade sonora, a intera\u00e7\u00e3o com outras \u00e1reas art\u00edsticas e a valoriza\u00e7\u00e3o dos artistas nacionais.<\/p>\n<p><b>PROGRAMA DO CONCERTO<\/p>\n<p>VILLANI-C&Ocirc;RTES, EDMUNDO<br \/>CINCO MINIATURAS BRASILEIRAS<\/b><b><\/p>\n<p>BEETHOVEN, LUDWIG VAN<br \/>CONCERTO N\u00ba4 PARA PIANO E ORQUESTRA<\/b><br \/><span>1.<span> <\/span><\/span>Allegro moderato<br \/><span>2.<span> <\/span><\/span>Andante con moto<br \/><span>3.<span> <\/span><\/span>Rondo Vivace<\/p>\n<p><b>PIANO SOLO: MARCO ANTONIO DE ALMEIDA<\/p>\n<p>BEETHOVEN, LUDWIG VAN<br \/>SINFONIA N\u00ba4 EM SI BEMOL MAIOR, OP. 60<\/b><br \/><span>1.<span> <\/span><\/span>Adagio &ndash; Allegro vivace<br \/><span>2.<span> <\/span><\/span>Adagio<br \/><span>3.<span> <\/span><\/span>Menuetto, Allegro vivace<br \/><span>4.<span> <\/span><\/span>Allegro ma non troppo<\/p>\n<p>Dura\u00e7\u00e3o 90&rsquo;<\/p>\n<p><b>ORQUESTRA SINF&Ocirc;NICA DO PARAN&Aacute;<br \/>MAESTRO: OSVALDO FERREIRA<\/p>\n<p>EDMUNDO VILLANI-C&Ocirc;RTES (1930)<\/b><\/p>\n<p>Nasceu em Juiz de Fora, Minas Gerais. Edmundo come\u00e7ou a tocar cavaquinho observando seu irm\u00e3o tocar viol\u00e3o: afinava o cavaquinho como as \u00faltimas cordas do viol\u00e3o e tocava tudo reduzido. Nesta \u00e9poca ele tinha entre 8 e 9 anos de idade. Suas principais influ\u00eancias musicais vieram, em princ\u00edpio, por meio do r\u00e1dio, que felizmente, naquela \u00e9poca, n\u00e3o era dominado pelos interesses comerciais. O cinema tamb\u00e9m apresentava muitos filmes musicais, revivendo compositores como Chopin, Liszt, Mozart, Puccini, Gershwin, entre outros. Sempre teve uma certa inclina\u00e7\u00e3o para pesquisar sons nos instrumentos e tamb\u00e9m para analisar as pe\u00e7as que executava. A partir da\u00ed iniciou suas primeiras experi\u00eancias composicionais. Chegou um momento em que as pe\u00e7as tornaram-se muito dif\u00edceis (obras para piano, pe\u00e7as orquestrais, etc.) e ele n\u00e3o conseguia mais toc\u00e1-las no viol\u00e3o. Nessa ocasi\u00e3o, iniciou seus estudos de piano. Seu professor era bastante tradicional e rigoroso. Quando percebeu que seu aluno gostava de &#8220;tirar&#8221; pe\u00e7as de ouvido, negou-se a continuar com as aulas. Edmundo, ent\u00e3o, comprou os m\u00e9todos de teoria, estudou sozinho e foi para o Rio de Janeiro, onde fez exame para o s\u00e9timo ano de piano, agora com 22 anos. Completou o curso oficial de piano e mat\u00e9rias te\u00f3ricas no Conservat\u00f3rio Brasileiro de M\u00fasica. Paralelamente atuava em casas noturnas e participava da Orquestra da R\u00e1dio Tupi do Rio de Janeiro, sob a reg\u00eancia do maestro e arranjador Orlando Costa (Cip\u00f3). Retornou em 1954 a Juiz de Fora, onde estreou seu primeiro <i>Concerto para piano e orquestra<\/i>, com a filarm&ocirc;nica local regida pelo maestro Max Gifter. De 1954 a 1959, residiu em Juiz de Fora, onde bacharelou-se em Direito e foi diretor, durante dois anos, do Conservat\u00f3rio Estadual de M\u00fasica de Juiz de Fora. De 1960 a 1963, aperfei\u00e7oou-se em piano com Jos\u00e9 Kliass. Transferindo-se para S\u00e3o Paulo, estudou composi\u00e7\u00e3o com Camargo Guarnieri durante algum tempo. Atuou nesse per\u00edodo como pianista nas orquestras de Osmar Millani e Luiz Arruda Paes. Trabalhou tamb\u00e9m como arranjador em trilhas e jingles. A partir de 1970, passou a integrar a orquestra da extinta TV Tupi (como pianista e arranjador), chegando a realizar mais de mil arranjos das mais variadas esp\u00e9cies e todos destinados \u00e0 m\u00fasica popular. Infelizmente grande parte desses arranjos perdeu-se ap\u00f3s a bancarrota que veio sofrer a TV Tupi. ??Participou de shows internacionais como pianista, acompanhando cantores como Ma\u00edsa e Altemar Dutra. A partir de 1973, ficou respons\u00e1vel pela cadeira de m\u00fasica funcional da Academia Paulista de M\u00fasica. Fez arranjos e composi\u00e7\u00f5es para o filme O Matador, de Amaro C\u00e9sar e Eg\u00eddio &Eacute;cio (1968). Em 1975 passou a lecionar arranjos e improvisa\u00e7\u00e3o na Academia Paulista de M\u00fasica a convite do maestro Bernardo Federowski. Neste per\u00edodo iniciou uma s\u00e9rie de apresenta\u00e7\u00f5es como regente de conjuntos de c&acirc;mara e como pianista, apresentando composi\u00e7\u00f5es de sua autoria. Em 1978, \u00e9poca em que estudava Composi\u00e7\u00e3o com H. J. Koellreutter, foi vencedor do concurso &#8220;Noneto de Munique&#8221;, patrocinado pelo Instituto Goethe do Brasil. A pe\u00e7a chamava-se Noneto (para dois violinos, viola, cello, contrabaixo, trompa, obo\u00e9, clarinete e fagote) e permanece in\u00e9dita. Em 1981, foi vencedor da Feira Livre de MPB, patrocinada pela TV Cultura, e escolhido como regente, arranjador, autor e compositor para representar o Brasil no d\u00e9cimo festival da OTI, realizado na cidade do M\u00e9xico. Em 1982, foi convidado a lecionar Contraponto e Composi\u00e7\u00e3o no Instituto de Artes da UNESP. Em 1985, iniciou seus trabalhos do Mestrado de Composi\u00e7\u00e3o da Escola de M\u00fasica da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Em 1986, foi vencedor do concurso de composi\u00e7\u00e3o patrocinado pela Editora Cultura Musical, tendo obtido o primeiro lugar com a pe\u00e7a para viol\u00e3o <i>Choro Pretensioso<\/i>, e segundo lugar com a pe\u00e7a para piano solo <i>Ritmata n\u00ba 1<\/i>. Em mar\u00e7o de 1988, apresentou sua tese de mestrado: O uso do sintetizador na composi\u00e7\u00e3o musical de um Concertante para clarineta, sintetizador, piano ac\u00fastico e percuss\u00e3o, tendo obtido da banca a nota m\u00e1xima. Nos anos de 1988, 89, 90 e 91, trabalhou na ilustra\u00e7\u00e3o musical do programa &#8220;J&ocirc; Soares onze e meia&#8221;, no SBT. Realizou trabalhos de organiza\u00e7\u00e3o e sele\u00e7\u00e3o dos componentes da Orquestra de Jazz Sinf&ocirc;nica, junto ao maestro Ciro Pereira, tendo, em agosto de 1990, apresentado no Memorial da Am\u00e9rica Latina a pe\u00e7a Caet\u00ea Jurur\u00ea, como regente da orquestra. Em 1990, recebeu o pr\u00eamio dos &#8220;Melhores de 1989&#8221;, conferido pela A.P.C.A. (Associa\u00e7\u00e3o Paulista de Cr\u00edticos de Arte), por sua apresenta\u00e7\u00e3o do &#8220;Ciclo Cec\u00edlia Meireles&#8221;, considerada a melhor composi\u00e7\u00e3o er<br \/>\nudita vocal do ano. Nos anos de 1990 e 1991, atuou como regente da orquestra Jazz Sinf&ocirc;nica do Estado de S\u00e3o Paulo, apresentando-se nos teatros: Municipal de Santos, Proc\u00f3pio Ferreira, Cl\u00e1udio Santoro, entre outros. Nos anos de 1992, 93, 94 e 95, foi convidado a participar como professor de arranjo, improvisa\u00e7\u00e3o e orquestra\u00e7\u00e3o do Festival de Inverno de Campos do Jord\u00e3o. Em 1992, foi escolhido pela Escola de M\u00fasica Arte Livre como compositor do ano, homenageado por meio de in\u00fameros recitais com obras de sua autoria. No ano de 1993, por ocasi\u00e3o da comemora\u00e7\u00e3o do centen\u00e1rio de nascimento do poeta M\u00e1rio de Andrade, foi vencedor do concurso promovido pela prefeitura de S\u00e3o Paulo, com a composi\u00e7\u00e3o <i>Rua Aurora<\/i>, baseda em texto do poeta. Em 31 de maio de 1994, foi-lhe conferida pela Prefeitura do munic\u00edpio de Juiz de Fora a &#8220;Comenda Henrique Halfeld&#8221;. Em 1995, sua obra <i>Postais Paulistanos<\/i> foi premiada pela A.P.C.A. como a melhor pe\u00e7a Sinf&ocirc;nico-Coral. Em 1996, sua pe\u00e7a <i>Chorando<\/i> (para contrabaixo e piano) obteve 3\u00ba lugar no II Concurso Nacional de Composi\u00e7\u00e3o para Contrabaixo, promovido pela Escola de M\u00fasica da Universidade Federal de Minas Gerais. ??No dia 30 de maio de 1998, defendeu sua tese de Doutorado no Departamento de M\u00fasica do Instituto de Artes da UNESP, intitulada &#8220;A utilidade da pr\u00e1tica da improvisa\u00e7\u00e3o e a sua presen\u00e7a no trabalho composicional do Concertante Breve para quinteto e Banda Sinf&ocirc;nica de Edmundo Villani-C&ocirc;rtes&#8221;. Ainda nesse ano, foi premiado pela A.P.C.A. com o <i>Concerto para vibrafone e orquestra<\/i>, considerado a melhor pe\u00e7a experimental. Comp&ocirc;s tamb\u00e9m o <i>Concerto para flauta e orquestra<\/i>, estreado em 8 de abril de 2000, em Londres, pela orquestra do Convent Garden, e que foi encomendado pelo flautista brasileiro Marcelo Barbosa. Comp&ocirc;s tamb\u00e9m um <i>Te Deum<\/i>, em comemora\u00e7\u00e3o aos 150 anos da cidade de Juiz de Fora.<\/p>\n<p><b>Cinco Miniaturas Brasileiras para orquestra de cordas<\/b><\/p>\n<p>As Cinco Miniaturas Brasileiras foram compostas originalmente para orquestra de cordas e depois de seu imenso sucesso recebeu vers\u00f5es do pr\u00f3prio autor para outros instrumentos e uma orquestra\u00e7\u00e3o para orquestra cl\u00e1ssica de J. M. Galindo que \u00e9 a vers\u00e3o que ouviremos hoje.<\/p>\n<p>A primeira miniatura \u00e9 um prel\u00fadio que lembra uma moda cantada acompanhada ao viol\u00e3o, representado pelo pizzicato das cordas. Segue-se a toada uma can\u00e7\u00e3o que parece ambientada no interior do Brasil com uma bela melodia que pode nos remeter a um belo por de sol. O choro na melhor tradi\u00e7\u00e3o dessa forma popular mostra uma melodia alegre e com um movimento caracter\u00edstico. A can\u00e7\u00e3o de ninar que nesta vers\u00e3o foi mantida somente com as cordas \u00e9 uma das mais belas cria\u00e7\u00f5es de Villani-Cortes. Com um belo solo de violino podemos imaginar um bebe dormindo tranq&uuml;ilo sob o som dessa can\u00e7\u00e3o. O compositor termina o ciclo com um gostoso e alegre bai\u00e3o.<b><\/p>\n<p>Ludwig van Beethoven (1770-1827)<\/b><\/p>\n<p>Beethoven foi batizado em 17 de dezembro de 1770, tendo nascido presumivelmente no dia anterior, na Ren&acirc;nia do Norte (Alemanha). Sua fam\u00edlia era de origem flamenga, cujo sobrenome significava <i>horta de beterrabas<\/i> e no qual a part\u00edcula <i>van<\/i> n\u00e3o indicava nobreza alguma. Seu av&ocirc;, <i>Lodewijk van Beethoven<\/i>, de quem herdou o nome, nasceu na Antu\u00e9rpia em 1712, e emigrou para Bonn, onde foi maestro de capela do pr\u00edncipe eleitor. Descendia de artistas, pintores e escultores, era m\u00fasico e foi nomeado regente da Capela Arquiepiscopal na corte da cidade de K&ouml;ln. Na mesma capela, seu filho, o pai de <i>Ludwig<\/i>, era tenor e tamb\u00e9m lecionava. Foi dele que Beethoven recebeu as suas primeiras li\u00e7\u00f5es de m\u00fasica, o qual o pretendeu afirmar como menino prod\u00edgio ao piano, tal seria a facilidade demonstrada desde muito cedo para tal. Por isso o obrigava a estudar m\u00fasica todos os dias, durante muitas horas, desde os cinco anos de idade. &Eacute; considerado um dos pilares da m\u00fasica ocidental, pelo incontest\u00e1vel desenvolvimento, tanto da linguagem, como do conte\u00fado musical demonstrado nas suas obras, permanecendo como um dos compositores mais respeitados e mais influentes de todos os tempos. Nunca teve estudos muito aprofundados, mas sempre revelou um talento excepcional para a m\u00fasica. Com apenas oito anos de idade, foi confiado a Chistian Gottlob Neefe (1748-1798), que lhe deu uma forma\u00e7\u00e3o musical sistem\u00e1tica, e lhe deu a conhecer os grandes mestres alem\u00e3es da m\u00fasica. Numa carta de Neefe publicada em 1780, afirmava que <i>seu disc\u00edpulo, de dez anos, dominava todo o repert\u00f3rio de Bach, e que o apresentava como um segundo Mozart<\/i>. Comp&ocirc;s as suas primeiras pe\u00e7as aos onze anos de idade. Com 21 anos de idade, muda-se para Viena onde, permanecer\u00e1 para o resto da vida. Foi imediatamente aceito como aluno por Haydn, Antonio Salieri, com Foerster e Albrechtsberger, que era maestro de capela na Catedral de Santo Est\u00eav\u00e3o. Tornou-se ent\u00e3o um pianista virtuoso chamando a aten\u00e7\u00e3o de todos e especialmente da<span> aristocracia. Come\u00e7ou a publicar as suas obras em 1793. O seu Opus 1 \u00e9 uma cole\u00e7\u00e3o de 3 Trios para piano, violino e violoncelo, seguindo-se tr\u00eas sonatas para piano, Op. 2. Aos 26 anos (1796) foi diagnosticado uma congest\u00e3o dos centros auditivos internos, o que lhe transtornou bastante o esp\u00edrito, levando-o a isolar-se e a grandes depress\u00f5es at\u00e9 que 46 anos de idade (1816), estava praticamente surdo. Essa condi\u00e7\u00e3o n\u00e3o o impediu de escrever suas melhores obras, como a 9&deg; Sinfonia, Missa Solemnis, e os \u00faltimos quartetos, entre outras.<\/span><\/p>\n<p><b>Concerto para piano n\u00ba 4, op. 58, em sol maior<\/b><\/p>\n<p>Beethoven comp&ocirc;s este concerto em um per\u00edodo em que a sua reputa\u00e7\u00e3o como compositor de m\u00fasica sinf&ocirc;nica e vocal come\u00e7ava a correr solta pela Europa. Particularmente, os anos de 1805 at\u00e9 1808 s\u00e3o de uma incr\u00edvel fertilidade: Beethoven completou a s\u00e9rie dos quartetos dedicados ao conde Razumovsky, a Sonata n\u00ba 23, op. 57 (&ldquo;Appassionata&rdquo;), o Concerto para Violino, as Sinfonias n\u00ba 4 e 5, al\u00e9m desse Concerto para Piano n\u00ba 4. O otimismo surgia ap\u00f3s as tormentas e incertezas dos anos anteriores, \u00e9poca onde constatara a irreversibilidade do processo de surdez.<\/p>\n<p>Esse segundo per\u00edodo da produ\u00e7\u00e3o de Beethoven, que se estende de 1803 at\u00e9 1812, \u00e9 marcado pelo \u00edmpeto da renova\u00e7\u00e3o estil\u00edstica, desencadeado pela composi\u00e7\u00e3o da Sinfonia n\u00ba 3 (1803), verdadeiro divisor de \u00e1guas da m\u00fasica ocidental. Durante esses anos, Beethoven tamb\u00e9m manteve um interesse constante pelas refer\u00eancias extra-musicais, prova disso \u00e9 a composi\u00e7\u00e3o do orat\u00f3rio Cristo no Monte das Oliveiras, al\u00e9m de uma s\u00e9rie de aberturas para m\u00fasicas dram\u00e1ticas, Coriolano, Fid\u00e9lio e Leonora I.<\/p>\n<p><em>No plano que nos interessa, o <\/em><em>Concerto para Piano n\u00ba 4 <\/em><em>representa o pleno estabelecimento de uma nova est\u00e9tica dentro da literatura de concerto. O piano \u00e9 tocado de modo inusitado, livre, ziguezagueando em improvisa\u00e7\u00f5es aparentemente avulsas do rigor formal. Na verdade, essa riqueza de elabora\u00e7\u00e3o conota um novo tratamento da estrutura formal, algo que j\u00e1 se vislumbrava nas suas sinfonias. H\u00e1 uma mudan\u00e7a definitiva em rela\u00e7\u00e3o ao concerto do s\u00e9culo XVIII. Notemos a maneira com que o tema principal do primeiro movimento \u00e9 exposto: uma melodia de notas repetidas e alijada de qualquer introdu\u00e7\u00e3o. Toda a m\u00fasica que se segue, explora, com eloqu\u00eancia a dualidade de car\u00e1ter dos temas, entre o c&acirc;ndido e terno, por um lado, e o impulso agressivo, por outro; contraposi\u00e7\u00e3o essa t\u00e3o cara \u00e0 m\u00fasica de Beethoven.<\/em><\/p>\n<p><b>Sinfonia no. 4 em si bemol maior, Op. 60<\/b><\/p>\n<p>Escrita no ver\u00e3o de 1806 quando hospedado no castelo dos Brunswick localizado em Martonvasar na Hungria, o que leva a coment\u00e1rios, que esta sinfonia teria sido inspirada por sua paix\u00e3o por Maria Tereza Brunswick. Na ocasi\u00e3o Beethoven passeava com Maria Tereza, muito inteligente e possuidora de fina sensibilidade, despertando em Beethoven o desejo de lhe fazer confidenci<br \/>\nas. Na ocasi\u00e3o, Beethoven recebeu de Maria Tereza um retrato autografado, que o guardou por toda a vida.<\/p>\n<p>Dedicada ao conde Oppersdorf foi apresentada pela primeira vez em mar\u00e7o de 1807 em Viena no castelo do pr\u00edncipe Lobkowitz, em benef\u00edcio do maestro, recebendo grande acolhida do principado e seus convidados e em posteriores apresenta\u00e7\u00f5es do grande p\u00fablico. No programa ainda constava a abertura <i>Coriolano.<\/i><\/p>\n<p>Este ano de 1806, foi um ano muito fecundo para Beethoven, ele escreveu os tr\u00eas concertos, op 59, a quarta sinfonia, op. 60, o concerto para violino, op. 61 e concluiu a sonata op. 57, embora esta \u00faltima obra tenha sido iniciada alguns anos antes.<\/p>\n<p>Desta sinfonia n\u00e3o se encontraram habituais esbo\u00e7os preparat\u00f3rios, o que leva a algumas perguntas: primeiro esses esbo\u00e7os foram perdidos, ou isso leva a supor que esta obra teria sido escrita de uma s\u00f3 vez?<\/p>\n<p>Esta sinfonia, comparada com as sinfonias anteriores, revela maior maturidade e indiscutivelmente possui os primeiros princ\u00edpios do romantismo, demonstrado especialmente em seu <i>Ad\u00e1gio.<\/i><\/p>\n<p>A sinfonia est\u00e1 dividida em quatro movimentos, sendo que o primeiro inicia com a habitual e longa introdu\u00e7\u00e3o<span> em movimento lento &ndash; <i>Ad\u00e1gio<\/i> &ndash; passando ao <i>Allegro vivace<\/i>. Na introdu\u00e7\u00e3o ouve-se um longo pedal promovido pelas madeiras e trompas sobre a nota da tonalidade &ndash; si bemol &#8211;<span> como que afirmando a tonalidade da obra, j\u00e1 as cordas desenvolvem alguns acordes em <\/span><i>pian\u00edssimo<\/i>, prosseguindo os primeiros violinos com breves coment\u00e1rios em notas curtas, voltando ao tema principal com as mesmas caracter\u00edsticas iniciais. O <i>tutti<\/i> final da introdu\u00e7\u00e3o \u00e9 preparado pela insistente nota <i>la<\/i> das flautas, clarinetes e fagotes, <i>tutti <\/i>este que j\u00e1 antecipa os primeiros compassos do <i>allegro vivace<\/i> que se apresenta com uma car\u00e1ter explosivo e alegre. Esta parte do movimento \u00e9 caracterizado por dois temas que se op\u00f5em por suas caracter\u00edsticas, o primeiro exposto em notas em <i>staccato<\/i> e o segundo por notas sincopadas apresentadas pelos instrumentos de madeira. Ap\u00f3s um vigoroso <i>tutti<\/i> surge uma nova fase em forma de <i>canone<\/i> apresentado pelo clarinete e fagote.<\/span><\/p>\n<p>Vale destacar a o uso do t\u00edmpano, at\u00e9 agora utilizado de forma parcimoniosa por Beethoven, caracterizado pelo longo <i>tremulo<\/i> e sempre em <i>pp<\/i>.<\/p>\n<p>O segundo movimento, \u00e9 um <i>Ad\u00e1gio<\/i> em mi bemol maior. <i>&ldquo;ultrapassa tudo o que a mais viva imagina\u00e7\u00e3o poder\u00e1 jamais sonhar em ternura e pura vol\u00fapia&rdquo;<\/i> Hector Berlioz. Os segundos violinos iniciam com um acompanhamento r\u00edtmico sugerindo um pulso constante que paira por todo o movimento como um <i>ostinato<\/i>. O tema principal surge nos primeiros violinos a partir do segundo compasso. O <i>tutti<\/i> repete o ritmos inicial em <i>forte<\/i> passando o tema para as flautas, clarinetes e fagotes, alternando-se assim com um segundo tema. A figura r\u00edtmica do in\u00edcio do movimento continua servindo de pano de fundo nas diversas apari\u00e7\u00f5es que se sucedem por quase todos os instrumentos, inclusive no t\u00edmpano, quase que imprimindo um car\u00e1ter de <i>estribilho<\/i>. Por outra parte, Beethoven utiliza do recurso da <i>varia\u00e7\u00e3o.<\/i><\/p>\n<p>O terceiro movimento \u00e9 um <i>Allegro vivace<\/i>, que \u00e9 um <i>Scherzo<\/i> duplo, embora n\u00e3o apare\u00e7a essa indica\u00e7\u00e3o na partitura, combinado com dois trios, um pouco menos movido, indicado na partitura por <i>un po\u00e7o meno Allegro<\/i> &ndash; um dos primeiros exemplos de duplica\u00e7\u00e3o do trio, inova\u00e7\u00e3o esta adotada por compositores posteriores a Beethoven. O movimento \u00e9 assim disposto: <i>Scherzo, trio, Scherzo, trio, Scherzo<\/i>, por esse motivo duplicam-se as propor\u00e7\u00f5es do movimento. Embora esse movimento n\u00e3o possui uma caracter\u00edstica t\u00e3o interessante quanto outros do compositor, no entanto, possui uma caracter\u00edstica interessante, o deslocamento do ritmo tern\u00e1rio para uma acentua\u00e7\u00e3o bin\u00e1ria, posteriormente utilizado por Schumann, Brahms entre outros.<\/p>\n<p>O quarto e \u00faltimo movimento, um <i>Allegro ma non troppo,<\/i> \u00e9 constru\u00eddo na forma <i>sonata<\/i> e com car\u00e1ter de <i>Rondo<\/i>. O <i>arabesco<\/i> ornamental do in\u00edcio, formado pelas quatro primeiras notas ouvidas, torna-se o impulso de fundo, quase com um aspecto de <i>motuo perpetuo<\/i>, para todo o movimento. Esse arabesco \u00e9 parte integrante do primeiro tema que \u00e9 logo ouvido por todas as cordas, conclu\u00eddo em vigorosos acordes por toda a orquestra. O segundo tema \u00e9 repartido, inicialmente apresentado pelo primeiro violino seguido pela flauta, clarinete e fagote.<\/p>\n<p>A <i>Coda<\/i> est\u00e1 baseada no primeiro tema combinada nas cordas graves com os arabescos do in\u00edcio do movimento.<\/p>\n<div> <\/div>\n<p><b>Osvaldo Ferreira &#8211; Maestro<\/b><\/p>\n<\/p>\n<p>Osvaldo Ferreira, \u00e9 o diretor musical e regente titular da Orquestra Sinf&ocirc;nica do Paran\u00e1, e diretor da Oficina de M\u00fasica de Curitiba, desde 2009.<\/p>\n<p>Em Portugal, foi diretor art\u00edstico da Orquestra do Algarve, diretor art\u00edstico do Festival Internacional de M\u00fasica do Algarve, diretor e administrador do Teatro Municipal do Faro. Gravou varios CDs com obras de autores portugueses para a Editora Numerica e um CD duplo com Sinfonias de Mozart. Com a Orquestra do Algarve, apresentou-se em Viena, Bruxelas, Lisboa, Sevilha, Porto, Curitiba e Londres.<\/p>\n<p>O seu percurso artistico, inclui cerca de 600 concertos, cerca de 60 apresenta\u00e7oes de operas e bailados e ainda a integral das Missas e Requiem de Mozart em 2007. A sua liga\u00e7\u00e3o com a m\u00fasica contempor&acirc;nea \u00e9 um dos aspectos mais importantes do seu trabalho, destacando-se a apresenta\u00e7\u00e3o de estreias e primeiras audi\u00e7\u00f5es de obras de alguns dos mais importantes compositores da atualidade, tais como, Krzysztof Penderecki, Lera Auerbach, Jean-Luc Ponty, Bernardo Sasseti, Hans Rosenschoon, George Ligeti, entre outros. <\/p>\n<p>Maestro convidado regular em Portugal, R\u00fassia, Uni\u00e3o Europ\u00e9ia, Brasil, &Aacute;frica do Sul e EUA, gravou para a RTP, TVeducativa do Parana, RDP e Editora Num\u00e9rica, destacando-se o seu trabalho em orquestras como Sinfonica de Roma, Orquestra Gulbenkian, Orquestra Sinfonica Brasileira, Orquestra de Camera de Praga, Orquestra Filarmonica de Lodz, Orquestra Filarmonica da Silesia, Orquestra Nacional do Porto, Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Orquestra Filarmonica de S. Petersburgo, Mozarteum de S. Petersburgo, Orquestra do Teatro Nacional S. Carlos, Orquestra do Teatro Olimpico de Vicenza, Orquestra da Extremadura de Espanha, North Shore Orchestra em Chicago e Orquestra do Festival de Aspen, nos Estados Unidos.<\/p>\n<p>Realizou Mestrado em dire\u00e7\u00e3o de orquestra em Chicago e p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o no Conservat\u00f3rio de S\u00e3o Petersburgo, na classe de Ilya Mussin. Laureado em 1999 no Concurso Sergei Prokofiev, na R\u00fassia. Recebeu o &ldquo;Fellowship&rdquo; do Aspen Music Festival nos EUA, onde freq&uuml;entou a American Conductors Academy. Foi assistente de Claudio Abbado em Salzburgo. Estudou ainda com Jorma Panula e David Zinman e foi bolsista do Minist\u00e9rio da Cultura de Portugal e da Funda\u00e7\u00e3o Calouste Gulbenkian em Lisboa.<\/p>\n<p><strong>Marco Antonio de Almeida &#8211; Pianista<\/strong><\/p>\n<p>Nascido em Londrina, Paran\u00e1, iniciou seus estudos com sua irm\u00e3, Terezinha de Almeida Penna, graduando-se posteriormente na Faculdade de M\u00fasica &ldquo;M\u00e3e de Deus&rdquo;.Ap\u00f3s trabalhar v\u00e1rios anos com o pianista Gilberto Tinetti e terminar seus estudos de Medicina, transferiu-se para a Alemanha como bolsista do DAAD (Deutscher Akademischer Austauschdienst), onde completou seus estudos de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o na &ldquo;Escola Superior de M\u00fasica e Teatro de Hamburgo&rdquo; sob a orienta\u00e7\u00e3o de Yara Bernette. Frequentou cursos com mestres de renome internacional, entre os quais: Magda Tagliaferro, Paul Badura Skoda, Christoph Eschenbach, Nikita Magaloff, Elgin Roth, Fausto Zadra e Carlo Zecchi.<\/p>\n<p>Al\u00e9m de pr\u00eamios nacionais &#8211; Concurso Nacional do Paran\u00e1 e Jovens Solistas do Rio de Janeiro &#8211; foi tamb\u00e9m laureado em concursos internacionais: &ldquo;Concurs<br \/>\no de Piano de Covilh\u00e3&rdquo; (Portugal), &ldquo;Concurso de Piano Viotti&rdquo; (It\u00e1lia) e &ldquo;Concurso de Piano Gina Bachauer&rdquo; (USA).<\/p>\n<p>Como int\u00e9rprete de Mozart tem se apresentado nos mais importantes festivais alem\u00e3es: &ldquo;W&uuml;rzburger Mozartfest&rdquo;, &ldquo;Kissinger Sommer&rdquo;, &ldquo;Klavierfestival Ruhr&rdquo;, &ldquo;Schleswig Holstein Musikfestival&rdquo; e &ldquo;Schwetzinger Festspiele&rdquo; tendo gravado em CD o citado compositor com a &ldquo;Orquestra de C&acirc;mara Filarm&ocirc;nica de Berlim&rdquo;.<\/p>\n<p>Entre seus companheiros de m\u00fasica de c&acirc;mara salientamos entre outros Antonio Menezes, a obo\u00edsta americana Anne Leek, o Quarteto de Cordas de S\u00e3o Paulo e o Quinteto de Sopros de Moscou.<\/p>\n<p>Dedica especial aten\u00e7\u00e3o \u00e0 divulga\u00e7\u00e3o da m\u00fasica brasileira no exterior, destacando-se a grava\u00e7\u00e3o em CD de pe\u00e7as de Ernesto Nazareth na Alemanha , e a primeira grava\u00e7\u00e3o (ap\u00f3s Villa-Lobos) do &ldquo;Choros N&deg; 11&rdquo; para piano e orquestra realizada na Su\u00e9cia. Enfatiza a import&acirc;ncia da participa\u00e7\u00e3o de artistas de sua gera\u00e7\u00e3o no repert\u00f3rio contempor&acirc;neo, participando da primeira audi\u00e7\u00e3o de obras de Benjamin Britten, na Alemanha, e da execu\u00e7\u00e3o de pe\u00e7as ainda n\u00e3o publicadas de Paul Hindemith.<\/p>\n<p>Foi convidado a acompanhar os Presidentes da Alemanha, Richard von Weizs&auml;cker e Roman Herzog, em viagem cultural ao Canad\u00e1 (1990) e Brasil (1995), respectivamente.<\/p>\n<p>Fundador do &ldquo;Festival de M\u00fasica de Cascavel&rdquo;, Paran\u00e1, foi de 1990 a 1994 Diretor Art\u00edstico do &ldquo;Festival de M\u00fasica de Londrina&rdquo;, como tamb\u00e9m professor do 26&deg; e 27&deg; &ldquo;Festival de Inverno de Campos de Jord\u00e3o&rdquo;(95 e 96) e do Festival de M\u00fasica de Camara da Para\u00edba. &Eacute; conselheiro da Funda\u00e7\u00e3o Mejier-Werner de Caracas, Venezuela.<\/p>\n<p>Desde 1995 \u00e9 membro de Sociedades Alem\u00e3s de M\u00fasica e Medicina, desenvolvendo intenso trabalho na \u00e1rea de preven\u00e7\u00e3o e terapia de enfermidades dos m\u00fasicos.<\/p>\n<p>Desde 1980 \u00e9 professor catedr\u00e1tico da &ldquo;Escola Superior de M\u00fasica e Teatro de Hamburgo&rdquo; e desde de 1996 assumiu a c\u00e1tedra de Metodologia do ensino do Piano na Universidade de Martim Luther Halle-Wittenberg ( antiga Alemanha oriental).<\/p>\n<p><b>Orquestra Sinf&ocirc;nica do Paran\u00e1<\/b><\/p>\n<p>OSVALDO FERREIRA diretor art\u00edstico<br \/>Maestro Titular Osvaldo Ferreira<br \/>Maestro Assistente M\u00e1rcio Steuernagel<br \/>Maestro Alceo Bocchino &ndash; <i>In Memoriam<\/i><\/p>\n<p><b>VIOLINO I<\/b><br \/>Paulo S\u00e9rgio da Gra\u00e7a Torres Pereira &ndash; spalla<br \/>Maria Ester Moreira Brand\u00e3o Watanabe &ndash; spalla<br \/>Alexandre Brasolim de Magalh\u00e3es &ndash; concertino<br \/>Simone Ritzmann Savytzky &ndash; concertino<br \/>Bettina Jucksch &ndash; concertino<br \/>Ac\u00e1cio Huberto Behlau Weber<br \/>Carolina de Souza Frederico<br \/>Consuelo Froehner<br \/>Cristine Marquardt<br \/>Francisco Augusto C<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Na programa&ccedil;&atilde;o, sob a reg&ecirc;ncia do maestro titular, Osvaldo Ferreira, v&atilde;o estar obras de Edmundo Villani C&ocirc;rtes &#8211; Cinco miniaturas Brasileiras, Beethoven &ndash; Concerto n&ordm; 4 para piano e Orquestra Beethoven, e Sinfon\u756f\u0ed4\u7570\u0000\u0000\u0000\u0000\uf2fc\u0018\u2711\u756e\uf27c\u0018\u8171\u7709\u0005\u0000\uf264\u0018\u0002\u0000\uf2fc\u0018\uf2ec\u0018\u0000\u0000\u0001\u0803\uf26c\u0018\u43cd\u7707\u0002\u0000&#038;\u0000\u0005\u1cbc&#038;\u0000\uf28c\u0018\u0000\u0000\uf320\u0018\u0000\u0000\uf298\u0018\u5e09\u7707<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[24],"tags":[],"class_list":["post-925","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/www.apucarana.pr.gov.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/925","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/www.apucarana.pr.gov.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/www.apucarana.pr.gov.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.apucarana.pr.gov.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.apucarana.pr.gov.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=925"}],"version-history":[{"count":1,"href":"http:\/\/www.apucarana.pr.gov.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/925\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":105954,"href":"http:\/\/www.apucarana.pr.gov.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/925\/revisions\/105954"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/www.apucarana.pr.gov.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=925"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/www.apucarana.pr.gov.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=925"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/www.apucarana.pr.gov.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=925"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}