{"id":19740,"date":"2018-12-05T17:17:38","date_gmt":"2018-12-05T19:17:38","guid":{"rendered":"http:\/\/172.16.0.7\/site-antigo\/?p=19740"},"modified":"2024-10-08T09:17:30","modified_gmt":"2024-10-08T12:17:30","slug":"metropole-parana-norte-considera-apucarana-cidade-estrategica","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.apucarana.pr.gov.br\/site\/metropole-parana-norte-considera-apucarana-cidade-estrategica\/","title":{"rendered":"Metr\u00f3pole Paran\u00e1 Norte considera Apucarana cidade estrat\u00e9gica"},"content":{"rendered":"<p>Uma reuni\u00e3o p\u00fablica realizada na noite de ter\u00e7a-feira (04\/12), no audit\u00f3rio do Senac Apucarana, encerrou a primeira parte do Plano de Desenvolvimento Regional Sustent\u00e1vel da Metr\u00f3pole Paran\u00e1 Norte, um projeto de estudo do Governo do Paran\u00e1, com apoio do Banco Mundial, que visa a cria\u00e7\u00e3o de um grande corredor de desenvolvimento unificado e sustent\u00e1vel unindo as cidades de Apucarana, Arapongas, Camb\u00e9, Cambira, Ibipor\u00e3, Jandaia do Sul, Jataizinho, Londrina, Mandagua\u00e7u, Mandaguari, Marialva, Maring\u00e1, Pai\u00e7andu, Rol\u00e2ndia e Sarandi. Juntos, esses munic\u00edpios concentram 15% da popula\u00e7\u00e3o e quase 14% do PIB do Estado.<br \/>\nOs trabalhos da audi\u00eancia, que objetivou apresentar o resultado das oficinas realizadas pelos 15 munic\u00edpios envolvidos e abrir um canal de manifesta\u00e7\u00e3o por parte da popula\u00e7\u00e3o, foram conduzidos por Cl\u00e1udio Marchand Kr\u00fcger, coordenador executivo do Plano da Metr\u00f3pole Paran\u00e1 Norte. \u201cO projeto, que teve in\u00edcio em maio, continua at\u00e9 pelo menos a metade do pr\u00f3ximo ano, onde est\u00e3o previstas mais tr\u00eas audi\u00eancias p\u00fablicas\u201d, informou Kr\u00fcger. Segundo ele, o projeto visa estabelecer um horizonte de planejamento, a m\u00e9dio prazo, para atender as necessidades da regi\u00e3o nos pr\u00f3ximos 30 anos. \u201cA ideia n\u00e3o \u00e9 sair j\u00e1 com obras para solu\u00e7\u00e3o de um problema espec\u00edfico, mas trazer diretrizes estrat\u00e9gicas que v\u00e3o permitir desenvolver toda essa regi\u00e3o de uma forma integrada, possibilitando que um munic\u00edpio coopere um com o outro e consiga enxergar objetivos comuns, bem como atuarem em conjunto para a solu\u00e7\u00e3o de problemas\u201d, explicou o coordenador.<br \/>\nAeroporto de carga &#8211; Kr\u00fcger confirmou que Apucarana ocupa posi\u00e7\u00e3o estrat\u00e9gica dentro do planejamento. \u201cTanto \u00e9 que as pr\u00f3ximas reuni\u00f5es ser\u00e3o todas aqui. Apucarana \u00e9 uma cidade que fica realmente no centro da regi\u00e3o. Inclusive, pelos estudos de log\u00edstica, possivelmente uma ideia para uma solu\u00e7\u00e3o, para ampliar a quest\u00e3o do transporte de cargas, quem sabe a cidade possa sediar um aeroporto regional mais voltado para cargas. Algumas rodovias ou ferrovias que poderiam passar e que n\u00e3o passam aqui pela regi\u00e3o como, por exemplo, a Ferrovia Norte\/Sul, que come\u00e7a no Par\u00e1 e termina no Sul de S\u00e3o Paulo, e poderia ter continuidade passando por Apucarana e o Norte do Paran\u00e1. Mas, por ora, o que estou falando s\u00e3o apenas ideias, cen\u00e1rios, dentro do que \u00e9 Apucarana, um centro regional, cidade p\u00f3lo\u201d, concluiu Kr\u00fcger, coordenador executivo do Plano da Metr\u00f3pole Paran\u00e1 Norte.<br \/>\nNo final de janeiro, revelou Kr\u00fcger deve ser conclu\u00edda a etapa de diagn\u00f3stico. \u201cNa ocasi\u00e3o deveremos agendar outra apresenta\u00e7\u00e3o em Apucarana\u201d, adianta. Indagado sobre o que o estudo j\u00e1 diagnosticou at\u00e9 o momento, ele foi taxativo. \u201cO que j\u00e1 conseguimos perceber \u00e9 um desn\u00edvel social e de infraestrutura urbana entre as cidades p\u00f3lo Maring\u00e1, Apucarana e Londrina em rela\u00e7\u00e3o a munic\u00edpios mais pobres. Muitas vezes o munic\u00edpio vizinho \u00e9 mais pobre, mas as pessoas moram l\u00e1. Em contrapartida, saem de suas casas para trabalhar, produzir no munic\u00edpio maior que, muitas vezes, t\u00eam uma situa\u00e7\u00e3o mais confort\u00e1vel em termos de renda, de planejamento, de qualidade de vida. E uma integra\u00e7\u00e3o, entre cidades que muitas vezes est\u00e3o a 10 ou 15 quil\u00f4metros apenas de dist\u00e2ncia, mas apresentam essas discrep\u00e2ncias, seria algo bom para ambos e \u00e9 isso que o projeto defende\u201d, disse Cl\u00e1udio Marchand Kr\u00fcger, coordenador executivo do Plano da Metr\u00f3pole Paran\u00e1 Norte.<br \/>\nMetr\u00f3pole \u00fanica &#8211; Presente na audi\u00eancia P\u00fablica, o prefeito Beto Preto reiterou sua proposta de que as tr\u00eas regi\u00f5es metropolitanas, Londrina, Apucarana e Maring\u00e1, possam ser transformadas em uma \u00fanica metr\u00f3pole. Segundo ele, esse conceito j\u00e1 existe em outras regi\u00f5es e outros pa\u00edses, assegurando maior integra\u00e7\u00e3o e igualdade de tratamento entre todos os munic\u00edpios participantes.<br \/>\nBeto Preto lembrou da luta que ele pr\u00f3prio e seu vice-prefeito, Junior da Femac, encamparam, na defesa do tra\u00e7ado original da Ferrovia Norte-Sul, a partir do sul do Estado de S\u00e3o Paulo. \u201cMobilizamos lideran\u00e7as de toda a regi\u00e3o em reuni\u00f5es no gabinete do ent\u00e3o prefeito de Londrina, Fernando Kireff; e tamb\u00e9m no Conselho de Desenvolvimento de Maring\u00e1 (Codem). Infelizmente, interfer\u00eancias pol\u00edticas alteraram o tra\u00e7ado desta importante ferrovia, desviando para o Estado do Mato Grosso do Sul at\u00e9 Maracaju, para depois retornar ao Paran\u00e1, via Guaira\u201d, comentou Beto Preto, acrescentando que \u201ccom o projeto da Metr\u00f3pole Paran\u00e1 Norte, essa luta pode e deve ser retomada\u201d.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Audi\u00eancia p\u00fablica realizada no audit\u00f3rio do Senac, apresentou \u00e0 popula\u00e7\u00e3o plano de trabalho do Plano de Desenvolvimento Regional composto por 15 munic\u00edpios (Foto: Edson Denobi)<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":19743,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[24],"tags":[],"class_list":["post-19740","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/www.apucarana.pr.gov.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19740","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/www.apucarana.pr.gov.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/www.apucarana.pr.gov.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.apucarana.pr.gov.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.apucarana.pr.gov.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=19740"}],"version-history":[{"count":1,"href":"http:\/\/www.apucarana.pr.gov.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19740\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":100894,"href":"http:\/\/www.apucarana.pr.gov.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19740\/revisions\/100894"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.apucarana.pr.gov.br\/site\/wp-json\/"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/www.apucarana.pr.gov.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=19740"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/www.apucarana.pr.gov.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=19740"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/www.apucarana.pr.gov.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=19740"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}